Sobre Prof. Mário Jorge

Professor universitário e de Pós Graduação em disciplinas de contabilidade. Consultor empresarial na área de controladoria. Instrutor da SOMA Cursos e Consultoria Ltda.

18 Comentários

  1. Contador

    O plano referencial da receita federal do Brasil não apresenta o fundamento de sua afirmação bem como não esta embasando em nenhum pronunciamento do cpc ou Nbc t

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    1. Mário Jorge

      Contador

      Primeiramente peço desculpas pela demora na resposta, a movimentação de comentários no blog é muito grande e tenho dificuldades (tempo) para responder a todos

      Realmente não tirei essa conclusão de nenhum embasamento legal exatamente porque não encontrei, mas para afirmar isso me baseei no fato de termos o compromisso da compreensibilidade e da transparência, e também me fiz valer do entendimento na prática tributária, ou seja, a existência do sujeito passivo e do substituto tributário. Exemplo:

      – o empregado paga de 8% a 11% de contribuição. Ele é o sujeito passivo, ou seja é aquele que deve pagar o tributo.
      – o empregador deve pagar 20% sobre as remunerações, ou seja ele também é sujeito passivo (relativo a sua parte).

      Na prática o empregado não paga para o Governo diretamente. Existe o chamado “substituto tributário”. O substituto é aquele que tem a responsabilidade de recolher o dinheiro e repassar para o governo. Ou seja, mero intermediário do governo. Para que isso? Para facilitar as coisas do governo (é mais fácil fiscalizar a empresa do que cada um dos empregados), então no caso dos 11% dos empregados, a empresa é o substituto tributário, o intermediário.
      Então a empresa faz duas coisas: ARRECADA (subtrai o valor dos empregados) depois RECOLHE (manda para o governo)

      Então o empregado paga mas não recolhe. A empresa não paga (em relação à contribuição do empregado), mas arrecada e recolhe.

      No caso dos 20% (parte da empresa), é a empresa quem paga

      Espero ter esclarecido, e mais uma vez desculpa pela demora na resposta

      abçs
      prof. Mário Jorge

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      1. Filipe S. Rosa

        Sou economista e a Contabilidade é uma sombra na minha formação. Também sempre tive esse entendimento mas como nunca soube de nenhuma norma a esse respeito, achava que era interpretação errônea minha, dada a minha dificuldade com a matéria. Agradeço o esclarecimento.

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    2. Ana Carolina

      “A contabilidade é uma ciência.”
      Não precisamos de nenhum plano referencial do governo ou normas técnicas para discutir ciência.
      As normas devem estar de acordo com os fundamentos científicos da contabilidade, e não o contrário.
      Olhe para o lado, e veja o próprio pessoal do direito, que discute o tempo todo a própria “fundamentação legal”. Por que os contadores insistem em aprender contabilidade apenas para atender ao fisco?

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  2. Rômulo Willian

    No meu caso trabalho com cliente publico e gostaria de saber na hora de recolher o imposto federal quem recolhe?

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    1. Mário Jorge

      Rômulo, boa tarde

      Infelizmente não tenho muitos conhecimentos na área fiscal/tributária, mas neste caso acredito que seja você o responsável pelo recolhimento.

      abçs
      Prof. Mário Jorge

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  3. Tamiris Silva

    Obrigada, me ajudou muito sua definição, ainda mais com essa explicação que deu nos comentários! Realmente não encontramos muito como se pronunciar em classificações na contabilidade brasileira. Cabe a interpretação mesmo.

    Valeeu 😀

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  4. Teresinha koide

    Parabéns, voce soube passar muito em o conceito e os exemplos foram perfeitos da diferença de a pagar e a recolher.

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  5. Leandro

    Você está corretíssimo na definição de “a pagar” e “a recolher”. É isso mesmo.

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  6. Celeste

    Pretendo ser economista. E tenho investigado muito acerca do assunto que envolve contabilidade. E a vossa explição esclareceu a minha dúvida. Obrigada

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  7. Ricardo Mancini

    Sou estudande de ciências contábeis e tenho uma dúvida…O imposto a recolher altera o saldo de capital de terceiros?

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    1. Mário Jorge

      Ricardo, boa tarde

      Sim, altera porque Imposto a Recolher é uma dívida e vai aumentar Capital de Terceiros

      abçs
      Prof. Mário Jorge

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  8. EDÉSIO FONSECA

    Boa tarde,

    Ótimo, gostei da explicação professor. Sou fiscal de tributos municipais e ao efetuar o lançamento do ISS existe no mapa de apuração fiscal os campos a serem preenchidos: ISS RECOLHIDO e ISS PAGO. Portanto, agora utilizarei o campo recolhido quando o contribuinte notificado for o substituto e pago quando for o prestador…tinha dúvida se deveria preencher as duas colunas ou apenas uma quando o contribuinte declarou total ou parcial. Agora ficou claro. Abraço!

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