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78 Comentários

  1. Samuel

    Boa tarde professor. Fiquei com uma dúvida em relação ao post “LEASING FINANCEIRO – TRATAMENTO CONTÁBIL (…03…)”
    Na depreciação, eu teria que considerar o valor residual do veículo no cálculo, correto??
    Nesse caso, ficaria assim:
    Valor do bem – Valor residual = (60.000,00 – 8.400) ÷ 60 meses = 860,00 de depreciação mensal.
    Outra dúvida, os Encargos Financeiros a Apropriar (na contratação) devem estar separados em Passivo Circulante e Não Circulante?? Aguardo seu retorno. Obrigado

    Responder
    1. Mário Jorge

      Com relação ao seu questionamento.
      No post acredito ter omitido alguns esclarecimentos que deveriam ter sido feitos

      Para efetuar o cálculo da depreciação devemos sempre diminuir o valor residual do valor do bem, independentemente de ter sido adquirido por leasing ou não. No caso específico do leasing, o valor residual a ser considerado não será aquele definido em contrato ( que foi o caso do exemplo do post), mas sim o valor definido pela empresa com base em conhecimento de mercado. A empresa pode por exemplo pesquisar o valor de mercado de uma máquina similar com 10 anos de uso, mas pode também definir que o bem terá um valor residual igual a zero pois terá um uso totalmente fora do comum.

      No caso dos Encargos financeiros você tem toda a razão. Se o prazo ultrapassar o final do exercício seguinte, essa quantidade de “parcelas” que ultrapassou deverá constar do não circulante assim como o parcelamento do principal

      Responder

  2. Bom dia, Professor,
    Eu sou administradora, então logo não entendo muito de algumas questões contábeis. Minha empresa é lucro real, e eu gostaria de saber qual a diferença entre leasing operacional e financeiro, e suas vantagens para empresa. E o que realmente entra no DRE como despesa.

    Responder
    1. Mário Jorge

      Cristiane, boa tarde
      Bom, de uma forma bastante objetiva vou tentar esclarecer as diferenças
      Leasing Operacional: Funciona basicamente como um aluguel. Você está de posse do bem, porém todas as despesas com manutenção por exemplo são de responsabilidade daquele que te forneceu o bem, muitas das vezes eles substituem o bem quando existem modelos mais atualizados por exemplo, ou seja, você não tem riscos e despesas e também não tem benefícios financeiros em relação ao bem (não em relação ao seu serviço). Um exemplo clássico são as copiadoras.
      Contabilmente o valor pago mensalmente é contabilizado como despesa, ou seja no Resultado do Exercício, provocando uma diminuição do lucro. No caso da apuraçlão pelo Lucro Real, demandaria um imposto menor.
      Leasing Financeiro: Tem característica de financiamento. Independentemente de optar por comprar ou não no final do contrato, a empresa que está de posse do bem, terá todos os benefícios mas também todos os riscos e manutenção por sua conta, como no caso de leasing de veículos por exemplo. Neste caso toda manutenção, seguro etc corre por conta da empresa que está com o bem. Contabilmente deve ser lançado no Imobilizado com contra partida no passivo na conta financiamentos – Leasing. Mensalmente deve-se contabilizar a depreciação desse bem em despesa/custo diminuindo assim o resultado e proporcionando um lucro e um imposto de renda menor, como no caso anterior.
      Em relação a vantagens ou não, entendo que a avaliação deve ser feita em relação ao bem e sua utilização. Normalmente Leasing operacional é recomendado para equipamentos de alta tecnologia, pois tem vida útil reduzida, considerando que seus modelos novos e mais aperfeiçoados são lançados num espaço de tempo muito curto

      Espero ter esclarecido, porém fico a disposição para mais dúvidas!
      Um abraço e obrigado pela sua contribuição

      Responder

  3. Boa tarde,

    Por favor tenho um leasing financeiro que estou tendo muita dificuldade para contabilizá-lo, pois todos eram operacionais e agora apareceu esse. O problema é que a taxa dele é variavel (base CDI), e não fixa.
    Saberia me orientar quanto a um esquema de contabilização?

    Obrigado desde já.

    Responder
    1. Mário Jorge

      Bom, pelo que entendi suas prestações alteram de valor a cada pagamento.
      De qualquer maneira, quando você recebeu o bem, deve ter tido condições de separar o valor real do bem, dos ônus financeiros, taxas etc.
      Dessa maneira, no recebimento, sua contabilização é:
      Débito: Imobilizado (conta específica do bem)
      Débito: Despesas Financeiras, taxas etc (DRE)
      Crédito: Leasing a pagar (Passivo Circulante o que vence até o final do exercício seguinte e Longo Prazo os vencimentos posteriores)

      O valor que vier acrescido na prestação mensal você deve contabilizar
      Débito: Despesa Financeira
      Crédito: Leasing a Pagar
      Fazer isso antes de contabilizar o pagamento, dessa maneira a prestação ficará atualizada
      OBS.: Para que eu possa ajudar com mais detalhes, favor me enviar (pode ser por e-mail) os dados completos, como por exemplo: Valor da Nota Fiscal, nr, de prestações, Valor da prestação no recebimento do bem, valor atual da prestação

      Estou a disposição para ajudá-lo

      Responder

  4. TEnho um veiculo no leasing, cuja 24a. parcela vencera nesse mes no dia 26/06. Caso eu antecipe o pagamento da 24a. parcela, e pague no dia 20/06 por exemplo, terei problemas se depois da data do dia 26/06 quiser quitar o leasing do veiculo? Me informaram que nao posso antecipar o pagamento, senao nao conseguirei dar baixa no gravame e transferir para meu nome (tera que ser em nome de terceiro) caso eu quite a 24a. parcela com antecedencia. Procede isso?

    Responder
    1. Mário Jorge

      Olá Gustavo.
      Essas questões operacionais são diferentes de Banco para Banco.Tomei a Liberdadede consultar um amigo meu,que é Gerente da CEF. Segue a resposta dele

      “Olá Mário
      Em relação ao Leasing, é um produto com características bem peculiares pois trata-se de um aluguel do veículo com opção de compra do cliente no final.
      É diferente de um CDC de veículo onde no caso veículo fica em nome do cliente com alienação ao banco que financia.
      No leasing, o veículo fica em nome da instituição financeira e arrendado ao cliente. Existem empresas de leasing que aceitam amortização antecipada, porém existe multa de 10% ao invés de desconto na quitação antecipada.
      Outras não dão desconto, algumas dão pouco desconto.
      É bem específico de banco pra banco ou de financeira para financeira.

      Eu recomendaria nesse caso e como são poucos dias quitar a parcela no vencimento e após 48 horas ( já deve ter baixado no sistema do banco) pedir valor para quitação total , se for o caso. ”

      Espero que tenhamos ajudado
      abs.
      Mário Jorge

      Responder

  5. Oi Mário!
    Tenho um veículo contrado por leasing financeiro em 2008, terminei de paga-lo em 2010.
    Como fasso pra contabiliza-lo no imobilizado, já que todo o valor pago está em despesas.
    Escutei que temos transitalo pelo PL, como fasso?

    Att

    Responder
    1. Mário Jorge

      Boa tarde, Cláudia

      Se todos os pagamentos já foram contabilizados na despesa, resta apenas a contabilização do valor residual, que, neste caso, poderá ser contabilizado no imobilizado, quando de seu pagamento, caso contrário não existe uma outra forma de contabilização desse veículo no Imobilizado, por este motivo é que não está correta a contabilização de Leasing Financeiro como despesa.
      Espero ter ajudado.
      Se restarem dúvidas, estou a disposição

      Responder

  6. Boa Tarde,
    Estou com uma duvida com relação a contabilização da NF do leasing, pois no momento da contratação do leasing a Nota Fiscal que recebi está do fornecedor para o Banco em que contratei o leasing.
    Duvida: No momento que contratei o leasing efetuo o lançamento
    D – Ativo imobilizado
    C – Leasing a pagar (passivo)
    pelo valor do bem
    os encargos lanço
    D- Engargos a apropriar (redutora passivo)
    C – Leasing a pagar (passivo)
    Mas e quando a NOta Fiscal de compra do bem chegar como vou efetuar o lançamento visto que o bem ja está no meu ativo?

    Desde já agradeço

    Responder
    1. Mário Jorge

      Silvana, boa noite
      Sua dúvida é pertinente, mas neste caso a contabilização realmente deve ser feita exatamente como você mencionou. O que vale é a essência da transação, e a nota fiscal (nominal ao banco) dá suporte a isso. Quando receber a nota fiscal nominal a empresa, deve ser feita a escrituração fiscal apenas. Na contabilidade só será feito lançamento se a nota estiver, por algum motivo, com valor diferente do valor da primeira nota fiscal. É importante manter em arquivo conjunto, as duas notas fiscais, que comprovem a transação e as contabilizações realizadas.

      Espero ter contribuído, porém continuo a disposição,

      abs.
      Prof. Mário Jorge

      Responder

  7. Boa Tarde, Prof.

    Verifiquei suas respostas rf.ao Leasing e ainda assim tenho uma certa duvida. Tenho um Leasing Financeiro, rf.a 1 veiculo comprado em 15/09/09 no vr.de 42.799,68 com ctr de 24 parc.sendo 24 parc.de vr.Residual Garantido (764,33 x 24= 18.343,92) debitado em c/c banco especifico e com o vr.Total da Nota Promissoria de $ 50.098,32. E o vr.das contraprestaçoes em (24 x 1.323,10 = 31.754,40) tb debitado em c/c no ctr nao consta a % de juros, entao deduzi:
    Vr.Bem – $ 42.799,68 – 50.098,32 = 7.298,64 como sendo os juros.
    Na contabilizaçao feita por outro escritorio o vr.do Bem 42.799,68 foi lançado:
    D – Bem/Veiculo
    C – Cx.
    em 2009, e nao foi lançado nem as parc.da contraprestaçao e as residuais, em 2009 e ate 08/2010.
    Como a empresa ja esta encerrada 2010 eu em 2011 preciso acertar os lançamentos.

    Responder

  8. continuando…….
    Em 2011 lançei:
    D- Cx.
    C- Financto/Leasing C/P
    no vr.do bem $ 42.799,68, estornando do cx.
    O pagto das parcelas de 2009 ate 08/2010 fiz por cx, pois nao lançaram o Banco.
    A partir de 09/2010 q começamos a fazer lançei banco e as paguei por Bco, em 09/2010 paguei a 12a.parc.e transf.o saldo para a cta a L/P passivo, e continuo pagando as parcelas. A duvida é o Lancto do juros se é o vr q deduzi ou nao e como devo lança-lo. E se o sdo da cta no passivo vai zerar. Estou lançando 764,33 como parc.no passivo e 1.323,10 em despesas c/leasing., gostaria de saber se estou certa nestes lançtos. Desde ja agradeço. Kátia

    Responder
    1. Mário Jorge

      Kátia, bom dia

      Estarei respondendo por e-mail, porque, para facilitar a compreensão, resolvi fazer a contabilização completa.

      abs.
      Prof. Mário Jorge

      Responder
  9. Suelany

    Boa Noite,

    Estou fazendo um TCC sobre o Leasing Financeiro e envolve muito o CPC 06, gostaria de saber porque os termos tem que ser tão técnicos de dificil entendimento.

    Desde já agradeço
    Suelany

    Responder
    1. Mário Jorge

      Suelany, boa tarde
      Pois é, este é um problema em nossa área, porém de difícil solução. Alguns termos foram trazidos do Inglês, outros adaptados, enfim, o papel do contador é o de traduzir isso para os usuários da contabilidade de forma a amenizar esse problema.
      abçs
      Prof. Mário Jorge

      Responder
  10. Fernanda Campos

    Professor Boa Tarde,
    vi seus comentários a respeito da contabilização do leasing financeiro pela 11.638 e gostaria de saber o seguinte: Quais lançamentos contábeis devemos realizar na hipótese de, após o registro do leasing financeiro no Ativo e passivo, eu deixar de pagar o compromisso? Como baixar ou estornar a operação considerando que foi ativado bem que não me pertencia e nem posso vendê-lo? Muito obrigada Fernanda

    Responder
    1. Mário Jorge

      Fernanda, boa noite

      Pelo que você comentou, estou imaginando uma devolução do bem em função da falta de pagamento. Sendo assim, o bem, os encargos a apropriar e o passivo deverão ser baixados pelo valor contábil do registro, e ainda consideradas as despesas inerentes a esta devolução.
      É complicado fazer aqui uma contabilização sem ter um caso real, pois depende muito da negociação que foi feita na devolução, porém para efeitos didáticos podemos imaginar que no exemplo do Post, devolvemos o bem sem nenhum ônus, uma devolução simples. Ficaria assim:

      Na contabilização da contratação, tínhamos os seguintes saldos
      Veículo = 60.000,00
      Encargos Financeiros a apropriar = 22.224,00
      Financiamentos a curto prazo = 27.408,00
      Financiamentos a longo prazo = 54.816,00

      Imaginemos que se passaram 14 meses, e que foram pagas apenas 10 parcelas, e por isso o bem foi devolvido.

      Após os 14 meses, os saldo atualizados das contas são:

      Veículo = 60.000,00
      Encargos Financeiros a apropriar = 13.581,33 (foram apropriados 14 meses de despesas)
      Financiamentos a curto prazo = 27.408,00 (12 parcelas)
      Financiamentos a longo prazo = 31.976,00 (14 parcelas de saldo, porque foram pagas 10 parcelas)
      Depreciação acumulada = 23.333,38

      Pela simples devolução, contabilizar

      D – Financiamentos a curto prazo – 27.408,00
      D – Financiamentos a longo prazo – 31.976,00
      D – Depreciação Acumulada – 23.333,38 (feita a depreciação dos 14 meses, de um total de 36)
      C – Veículos – 60.000,00
      C – Encargos Financeiros – 13.581,33
      C – Resultado com baixa de Imobilizado – 9.136,05

      Esta devolução gerou um resultado positivo (receita não operacional), porque foram pagas apenas 10 parcelas, mas foram apropriados 14 meses de depreciação e de despesa financeira, a saber
      depreciação = 4 x 1.666,67 (depreciação mensal) = 6.666,68
      Custo financeiro = 4 x 617,33 (apropriação mensal) = 2.469,33

      OBS.: REVENDO O POST ORIGINAL Leasing Financeiro – Tratamento contábil (03), PERCEBI QUE TEM ERRO DE DIGITAÇÃO REFERENTE AO VALOR ORIGINAL, ONDE SE LÊ 8.400,00, LEIA-SE 8.424,00

      Para encerrar quero lembrar mais uma vez que a contabilização de devolução exemplificada aqui, refere-se a uma situação simplista. Na situação real precisaremos entender o que aconteceu e contabilizar todos os reflexos.

      Espero ter contribuído,

      abçs

      Prof. Mário Jorge

      Responder
  11. Emerson andrade

    Boa tarde, Professor.

    Para fechar o assunto da leasing financeiro, o senhor poderia efetuar a baixa das contras prestações do leasing para o exercício ficar completo.
    Grato
    Abs

    Responder
  12. Marcio da Silva França

    Oi professor Mário Jorge , sobre contabilização de um veiculo adquidido através de Leasing Financeiro , como devo proceder com a contabilização para o caso em que houver a desistencia da compra pela empresa , após pago todas parcelas e se o veiculo for transferido para um dos sócios

    Responder
    1. Mário Jorge

      Marcio, boa tarde

      A questão que você coloca é um pouco complexa, e ao mesmo tempo pode ser simples.
      1o. – Se o bem foi transferido para o sócio, contabilmente não poderia mais figurar no imobilizado da empresa, embora eu entenda que essa situação não é possível pois a venda efetivamente se realiza ao final do contrato, porém o que vale é o que foi negociado e o que o contrato permite. Então se a transferência aconteceu legalmente, respaldada em contrato, esse bem já deveria ter sido transferido contabilmente para o sócio.
      2o. No caso de desistência da compra, se for permitido em contrato, precisamos saber quais as condições contratuais, mas, basicamente, o bem é baixado do imobilizado, restando saber se há algum ônus para ser contabilizado.
      Se essa situação é real, poderei ajudá-lo melhor se souber todos os detalhes. Pode usar nomes e valores fictícios, mas por favor me passe todos os detalhes dos acontecimentos, para que eu possa ajudá-lo contabilmente.

      fico a disposição,

      abçs
      Prof. Mário Jorge

      Responder
  13. Marcio da Silva França

    Bom dia Professor ,obrigado pelo retorno , vou te passar mai detalhes para ver se é possivel me ajudar:
    Valor do leasing total pago 36 vezes para adquirir um veiculo 35.000,00 (contabilizado na conta do ativo imobilizado).
    valor dos encargos financeiros 7.000,00 (contabilizados como despesas no resultado).
    valor total da operação 42.000,00.
    valor depreciado do bem no ativo 30.000,00.
    acredito que eu tenha que contabilizar pela desistencia da empresa dessa maneira:
    baixar o veiculo do ativo – 35.000,00
    D – resultado na baixa de veiculo (resultado não operacional)
    C- veiculo (ativo imobilizado)
    pela estorno da depreciação- 30.000,00
    D- Depreciação de veiculo (ativo imobilizado)
    C-resultado na baixa de veiculo (resultado não operacional)
    ficando um valor de 5.000,00 como resultado negativo pela baixa do veiculo.
    ja antecipando muito obrigado pelas informaçoes.

    Responder
    1. Mário Jorge

      Marcio, boa tarde

      Isso mesmo, também entendo que a contabilização ficaria assim.

      Abçs
      Prof. Mário Jorge

      Responder
  14. Eduardo Amorim

    Professor Bom Dia

    Contabilmente para em empresa, qual é a melhor opção, Leasing ou Financiamento?

    Muitos dizem que é o Leasing, pois como a empresa é lucro real e posso abater mais despesas, está correta a afirmação?

    Sendo que muitas vezes o financiamento sai mais barato que o Leasing.

    Obrigado

    Responder
    1. Mário Jorge

      Eduardo, bom dia

      Na verdade, após as mudanças da Lei 11.638/07 e MP 449/08, o Leasing Financeiro passou a ser contabilizado como Financiamento, ou seja, a Débito do Ativo (imobilizado) e a crédito do Passivo. Antes da Lei, muitos contabilizavam as parcelas do Leasing como despesa, e assim entendiam que era mais vantajoso porque essa despesa era considerada dedutível no Imposto de renda.

      Atualmente temos dois tipos de Leasing o Financeiro e o Operacional. O Financeiro deve ser contabilizado como financiamento e o Operacional deve ser contabilizado como aluguel. A escolha então não é contábil e sim contratual.

      Mais informações sobre os tipos de Leasing, você pode obter através do CPC 06 ou CFC – NBC TG 06 – Resolução nº. 1.304/10;

      Espero ter ajudado

      Abçs
      Prof. Mário Jorge

      Responder
  15. Arthur Rocco

    Prezado Professor Mario Jorge.

    Tenho uma dúvida a respeito da forma de imobilização de bens de leasing na Arrendatária e na Arrendante.

    No passado a Arrendante comprava o bem, imobilizava em seu balanço com um benefício de acelerar a depreciação do bem em 30% e a Arrendatária pagava pelo arrendamento mensalmente, podendo ser estas parcelas mensais apenas despesa de arrendamento ou a soma de parcela de arrendamento mais valor residual diluido nas prestações.

    Ouvi dizer que hoje, ou melhor, a partir de 2010, é a ARRENDATÁRIA que imobiliza o bem objeto de leasing. Isto procede? Pelo meu racicínio, quem deveria imobilizar seria a empresa Arrendante, pois ela é a proprietária do bem objeto de leasing.

    Para esta questão eu faço o paralelo com um inquilino de um imóvel que coloca este imóvel como se fosse seu no imposto de renda! rsrsrsrs…

    Grato pelo auxílio e parabéns pelo seu site!

    Arthur Rocco

    Responder
    1. Mário Jorge

      Arthur, bom dia
      Realmente a contabiidade, desde 2007, passa por mudanças estruturais significativas e isso se deve ao processo de convergência contábil às Normas Internacionais (IFRS) no sentido de tornar a contabilidade totalmente globalizada. Todas essas mudanças estão sendo implementadas através dos Pronunciamentos Contábeis emitidos pelo CPC – comitê de Pronunciamentos Contábeis (vide http://www.cpc.org.br).

      A contabilidade atualmente está muito mais voltada para a essência do que para a forma, então muitas coisas (procedimentos, critérios etc) que eram permitidos no passado, agora não são mais. Particularmente entendo que estamos caminhando para uma melhora significativa no que diz respeito a transparência das informações.

      Em relação ao Leasing (arrendamento mercantil) realmente temos mudanças, e vou tentar esclarecer resumidamente

      Primeiramente temos que entender a classificação dos arrendamentos mercantis
      conforme Pronunciamento CPC 06…
      Arrendamento mercantil é um acordo pelo qual o arrendador transmite ao arrendatário em troca de um pagamento ou série de pagamentos o direito de usar um ativo por um período de tempo acordado.
      Arrendamento mercantil financeiro é aquele em que há transferência substancial dos riscos e benefícios inerentes à propriedade de um ativo. O título de propriedade pode ou não vir a ser transferido.
      Arrendamento mercantil operacional é um arrendamento mercantil diferente de um arrendamento mercantil financeiro.

      Quanto a classificação o Pronunciamento continua…

      “8. Um arrendamento mercantil deve ser classificado como financeiro se ele transferir substancialmente todos os riscos e benefícios inerentes à propriedade. Um arrendamento mercantil deve ser classificado como operacional se ele não transferir substancialmente todos os riscos e benefícios inerentes à propriedade.”

      Obviamente é importante ler todo o pronunciamento CPC 06 para ter um melhor entendimento sobre o tema, mas fica claro que o que vale é muito mais a essência da transação, do que o contrato em si. De qualquer forma o pronunciamento define duas formas diferentes de contabilização, a saber:
      Arrendamento Mercantil Operacional será contabilizado no Resultado (despesa) o valor correspondente a cada parcela paga

      Arrendametno Mercantil Financeiro será contabilizado no Ativo Imobilizado e no Passivo, como se fosse (e na essência o é) um financiamento de bem. Essa é a mudança para a prática antiga.

      Quando no Arrendamento Mercantil o arrendador transmite ao arrendatário em troca de um pagamento ou série de pagamentos o direito de usar um ativo por um período de tempo acordado transferindo substancialmente os riscos e benefícios inerentes à propriedade, este ativo deve ser imobilizado pelo arrendatário, reconhecendo a contra partida no Passivo

      Espero ter elucidado a dúvida, mas recomendo a leitura do CPC 06 para um melhor entendimento.

      De qualquer maneira, continuo a disposição

      abçs
      Prof. Mário Jorge

      Responder
  16. silvana

    Boa Noite prof

    Tenho um lessing já paguei 50 parcelas faltam 10 .gostaria de saber se é passivel a quitação antecipada do bem pela depreciação do mesmo CamposVLR do DOCTO=
    (VLR PMT + VRG + TARIF ADM)
    134,79 + 330,79 + 3,90 = 469,42

    Gostaria de saber se estou certa ou não?

    Responder
    1. Mário Jorge

      Silvana, boa noite

      Desculpa, mas acho que não entendi corretamente seu questionamento. De qualquer forma entendo que a possibilidade de quitação antecipada deve estar esclarecida no contrato, e esses contratos podem ter cláusulas diferentes de contrato para contrato.
      Por outro lado, se a dúvida é contábil, ou seja, como registrar o pagamento antecipado, e como baixar a depreciação, então preciso de mais detalhes sobre a situação.
      Por favor me esclareça melhor para que eu possa ajudá-la
      obrigado,

      abçs
      Prof. Mário Jorge

      Responder
  17. Henrique

    Professor… Boa tarde!
    A questão contábil e fiscal dos Contratos de Arrendamento, ainda não vejo com clareza a forma correta de lançamento e apuração do Resultado para cálculo de IR/CSLL;
    Ex.: após a Lei 11.638/07 e MP 449/08 fui instruído a contabilizar essas operações de Leasing Financeiro da seguinte forma:
    D-Ativo = 1.000,00 (Vr.bem = NF)
    C-Passivo = 1.500,00 (Vr.total do Leasing a Pagar)
    D-Passivo = 500,00 (Vr.encargos financeiros )
    em relação à depreciação, mensalmente:
    D-Resultado – encarg.depreciação
    C-Ativo – deprec.acumulada
    Para efeito de apuração do IR/CSLL
    Adiciono ao resultado (Encarg.mensal da depreciação e dos encarg.financ)
    Excluo do resultado (Vr.Contraprestação do Leasing) conf.apuração anterior a Lei.
    Considerando que o procedimento acima está correto, como apuro o ganho de capital, referente a alienação desse bem? qual o custo contábil que devo reconhecer?
    Seria: contabilmente:
    D-Custo Alienação – Valor Bem
    C-Ativo – Valor Bem
    D-Ativo – Deprec.Acumulada
    C-Custo Alienação – Deprec.Acumulada.
    e fiscalmente (apuração IR/CSLL- Lalur):
    Estorno os lançamentos acima e incluo
    D-Custo Alienação – VRG – valor constante do recibo de quitaçaõ do leasing
    C-Custo Alienção – Deprec.acumulada, qdo o caso ? (sobre o valor do VRG)

    Sem mais, desde já agradeço a atenção.
    Henrique

    Responder
    1. Mário Jorge

      Henrique, boa tarde

      Vou repetir sua questão e colocara as respostas nela para facilitar o entendimento

      Ex.: após a Lei 11.638/07 e MP 449/08 fui instruído a contabilizar essas operações de Leasing Financeiro da seguinte forma:
      D-Ativo = 1.000,00 (Vr.bem = NF)
      C-Passivo = 1.500,00 (Vr.total do Leasing a Pagar)
      D-Passivo = 500,00 (Vr.encargos financeiros )
      em relação à depreciação, mensalmente:
      D-Resultado – encarg.depreciação
      C-Ativo – deprec.acumulada
      Para efeito de apuração do IR/CSLL
      Adiciono ao resultado (Encarg.mensal da depreciação e dos encarg.financ)
      Excluo do resultado (Vr.Contraprestação do Leasing) conf.apuração anterior a Lei. (se você contabilizar conforme a nova determinação, não terá que fazer essa exclusão, porque a contraprestação não estará contabilizada no resultado)
      Considerando que o procedimento acima está correto, como apuro o ganho de capital, referente a alienação desse bem? qual o custo contábil que devo reconhecer?
      Para apuração do Ganho, o valor contábil a ser considerado é o valor do bem (custo) menos as depreciações contabilizadas até a data da baixa (depreciação acumulada)

      O REGISTRO CONTÁBIL DA BAIXA É FEITO DA SEGUINTE MANEIRA:

      DÉBITO = Caixa ou Conts a Receber (valor da venda)
      DÉBITO = Depreciação Acumulada (saldo da conta na data da baixa)
      CRÉDITO = Imobilizado (valor registrado do bem (custo))
      DÉBITO OU CRÉDITO = Resultado na venda de Imobilizado (aqui contabiliza-se o valor da diferença no lançamento, que pode ser Lucro ou Prejuízo, ou seja, Crédito ou Débito)

      Espero ter ajudado, porém se ainda restarem dúvidas, continuo a disposição

      abçs

      Prof Mário Jorge

      Responder
  18. Reginaldo Clementino dos Santos Júnior

    Boa Tarde,

    Caso tiver, gostaria que me enviasse a lei, pronunciamento ou qualquer outra fonte legal, que caracterize Encargos Financeiros a Apropriar com conta redutora do Passivo. Estou buscando isto a dias e não acho nada. Se puder me ajude.

    Obrigado.

    Responder
    1. Mário Jorge

      Reginaldo, boa noite

      Na verdade não existe uma norma contábil tratando exclusivamente de um tipo de contabilização. Normalmente os Princípios contábeis e as Normas tratam de situações mais abrangentes, apesar de detalhar a interpretação, ou seja, não há como as normas tratarem de todos os tipos de negociação.

      Neste caso por exemplo, o tratamento contábil está definido no Pronunciamento Conceitual, a partir do ítem 4.49 que trata do Reconhecimento das Despesas, e também pelo Princípio da Competência e o Princípio da Oportunidade (recomendo a leitura)

      Segundo tais Princípios, as Despesas e Receitas devem ser reconhecidas (no resultado) no momento em que são incorridas e geradas respectivamente. Exemplificando:

      A empresa contrata um empréstimo e o valor creditado em conta é líquido de juros, ou seja, um contrato pré-fixado.
      data do contrato Jan/2011
      vencimento do contrato Jan/2013

      Valor do contratado = 100.000,00
      Juros = 13.000,00

      Valor creditado em conta = 87.000,00

      Os juros são considerados despesas financeiras e são cobrados na data da contratação, porém foram calculados para todo o prazo do contrato. Neste caso não está certo contabilizar a despesa com juros no mês da contratação, pois os juros referem-se a todo o período do contrato, então, segundo o Princípio de Competência e da Oportunidade tenho que contabilizar as despesas com juros durante todo o prazo do contrato, amortizando essa despesa mensalmente, sendo assim a contabilização fica:

      Pelo empréstimo
      Débito = Banco conta Movimento = 87.000,00
      Juros a Apropriar (passivo) = 13.000,00
      Empréstimos a pagar = 100.000,00

      Pela apropriação mensal da despesa
      Débito = Despesa com juros = 541,67 (13.000,00 / 24 meses)
      Crédito = Juros a Apropriar (passivo)

      Veja que assim, estamos obedecendo o Princípio da competência e também o Princípio da Oportunidade, além de estarmos representando fielmente as variações patrimoniais,e demonstrando a situação patrimonial com fidedignidade.

      Espero ter contribuído, porém se ainda restar alguma dúvida, estou a disposição

      abçs

      Prof. Mário Jorge

      Responder

  19. Prezado Prof. Mário,

    Estou dando inicio a inscrita contabil de um empresa que já existe a vários anos e não existe contabilidade somente o livro caixa. Diante dos levantamentos contabeis verifiquei que existem várias máquinas adquiridas pela empresa atraves do Leasing Financeiro. Estou inciando Balanço de Abertura dessa empresa. Como devo contabilizar esses equipamentos comprados atraves de leasing.

    Abaixo informações sobre a aquisição de um desses equipamentos para melhor entendimento.
    DATA CONTRATAÇÃO: 17/04/2009
    VALOR: R$ 280.000,00
    TAXA: 1,3301153% – INDEXADOR: PRE-FIXADO.
    PARCELAS: 36 PARCELAS
    VR. ANTECIPADO: R$60.000,00

    Como devo contabilizar em meu Balanço de Abertura.

    Se precisar de maiores detalhes favor enviar e-mail.

    Obrigada.
    Vanessa

    Responder
    1. Mário Jorge

      Vanessa, boa noite

      realmente preciso de mais informações, mas já te mandei um e-mail solicitando

      abçs

      prof. Mário Jorge

      Responder
    1. Mário Jorge

      Vanessa, boa noite

      desculpa, mas não entendi…….esse valor refere-se a que?

      abçs

      Prof. Mário Jorge

      Responder
  20. Leilisangela Tavares de Morais

    Bom dia, Prof.
    Por gentileza, poderia me esclarecer algumas dúvidas a respeito de financiamento a longo prazo. Não tenho prática nestes lançamentos. Vamos lá:
    A empresa adquiriu um imóvel pela Caixa Economica Federal num prazo de 30 anos, no valor de R$ 525.000,00 , com uma entrada de R$ 77.700,00, ou seja, o financiamento é de r$ 447.300,00 com aquelas parcelas decrescentes. Como devo proceder na questão dos lançamentos?
    Em relação aos juros que variam???
    Agradeço desde já a atenção,

    Sem mais,

    Leilisangela

    Responder
    1. Mário Jorge

      Leilisangela, boa tarde

      Bom, tudo depende das informações que você tem. Eu não conheço esse tipo de financiamento, mas pelo que você comentou as parcelas tem valores diferentes por conta do juros, pois o valor do principal é sempre o mesmo.
      Neste caso, para ilustrar melhor, vamos considerar que dos 447.300,00, 54.300,00 são juros

      Pela assinatura do contrato

      D – Imobilizado (imóveis) = 470.700,00
      D – Juros a apropriar = 54.300,00
      C – Financiamentos = 525.000,00

      Lembrando que a conta financiamentos deve aparecer no Curto e no Longo Prazo. No curto prazo deverá constar todas as parcelas que vencem até o final do exercício seguinte, e no Longo Prazo a diferença. No caso dos juros a apropriar deve ser feito a mesma coisa para o curto e longo prazo, considerando o valor dos juros de cada parcela

      Pelo pagamento da entrada
      D – Financiamentos
      D – Caixa e Bancos
      Estamos considerando que na entrada não tem juros

      Mês a mês deve ser feito o lançamento de apropriação de juros, e pagamento da parcela

      Pela apropriação dos juros
      D – Despesa com juros
      C – Juros a apropriar
      O valor será igual ao valor de juros da parcela do mês

      Pelo pagamento do financiamento
      D – Financiamentos
      C – Caixa ou banco

      Espero ter ajudado, porém continuo a disposição

      abçs

      Prof. Mário Jorge

      Responder

  21. COMO CONTABILIZAR O SEGUINTE LEASING?

    01 CAMINHÃO MERCEDES BENZ LS 2638 ANO: 2004 VALOR: R$240.000,00
    QUANTIDADE DE PARCELAS: 36 VALOR: R$6.991,98
    VALOR RESIDUAL GARANTIDO:
    TOTAL: R$40.000,00
    ANTECIPADO: R$40.000,00

    VALOR TOTAL DA PROMISSÓRIA: R$251.711,28

    Responder
    1. Mário Jorge

      Vanessa, boa noite

      de acordo com as informações, lançar:

      Débito: Veículos = 240.000,00
      Débito: Encargos Financeiros a apropriar (passivo) = 11.711,30 (classificar abaixo da conta Financiamento Leasing)
      Crédito: Financiamento Leasing = 251.711,28

      Todo mês deve ser feita a apropriação dos encargos, a saber

      Débito: Encargos financeiros Leasing (DRE) = 325,30 (11.711,30 dividido por 36 parcelas)
      Crédito: Encargos Financeiros a apropriar (passivo)

      Espero ter ajudado

      abçs

      Prof. Mário Jorge

      Responder
  22. Marcos Paulo

    Bom Dia Mário Jorge,

    Estou com uma dúvida imensa na parte de contabilização de leasing.
    A minha empresa adquiriu uma Máquina onde foi feito via leasing financeiro (A empresa adquiriu a máquina e arca com todos os custos de manutenção e ao final ficará com ela).
    O contador da empresa disse que o lançamento correto é tudo como despesa com leasing. Apenas o valor do principal e o restante como despesas financeiras.
    Na contratação do leasing, temos que contabilizar no ativo imobilizado este bem?
    Ou a forma que ele disse está correta.
    Favor peço orientação de todos os lançamentos pertinentes a este bem.

    Desde já agradeço

    Marcos

    Responder
    1. Mário Jorge

      Marcos, boa tarde

      Realmente existem duas formas de contabilizar o Leasing, em despesas ou no imobilizado, porém estas diferenças estão muito claras. Peço que leia o CPC 06 (http://www.cpc.org.br/pdf/CPC06_R1.pdf) para ter um entendimento melhor.
      De qualquer maneira, vou resumir

      LEASING OPERACIONAL
      Um arrendamento mercantil deve ser classificado como operacional se ele não transferir substancialmente todos os riscos e benefícios inerentes à propriedade.

      LEASING FINANCEIRO
      Um arrendamento mercantil deve ser classificado como financeiro se ele transferir substancialmente todos os riscos e benefícios inerentes à propriedade

      Esta situação que você está relatando trata-se sem dúvida de um Leasing Financeiro

      CONTABILIZAÇÃO

      Leasing Financeiro
      segundo o CPC 06
      ” …é apropriado que um arrendamento mercantil financeiro seja reconhecido no balanço do arrendatário não só como ativo, mas também como obrigação de efetuar futuros pagamentos do arrendamento mercantil. No começo do prazo do arrendamento mercantil, o ativo e o passivo dos futuros pagamentos do arrendamento mercantil devem ser reconhecidos no balanço pelas mesmas quantias, exceto no caso de quaisquer custos diretos iniciais do arrendatário que sejam adicionados à quantia reconhecida como ativo…”

      ou seja, o Leasing Financeiro deve ser contabilizado no Imobilizado com contra partida no Passivo em Financiamentos

      Leasing Operacional
      Segundo o CPC 06
      “…Os pagamentos da prestação do arrendamento mercantil segundo um arrendamento mercantil operacional devem ser reconhecidos como despesa na base da linha reta durante o prazo do arrendamento mercantil, exceto se outra base sistemática for mais representativa do padrão temporal do benefício do usuário…”

      Espero ter ajudado,

      abçs

      Prof. Mário Jorge

      Responder
  23. Marcos Paulo

    Ok. Ajudou muito, agora pude ver que minha linha de raciocício estava correta e vou apresentar para o contador o CPC 06 para poder abrir os olhos dele.
    Muito obrigado.

    Marcos

    Responder

  24. Caro professor Mário Jorge,

    Gostaria de lhe fazer duas perguntas sobre lucro ou prejuízo na alienação de um veículo adquirido através de leasing financeiro pelo prazo de 24 meses.
    A arrendatária é uma empresa superavitária e tributada pelo lucro real.
    Ao término do prazo de 24 meses e pagamento do VRG – valor residual garantido, o veículo será vendido.
    1 – Havendo prejuízo (valor da venda menor que valor contábil) o mesmo será dedutível para efeito de IRPJ/CSLL?
    2 – Havendo lucro o mesmo será tributado pela alíquota normal da empresa ou há uma tributação diferenciada por tratar-se de receita não operacional?

    Desde já agradeço pela costumeira atenção.

    Responder
    1. Mário Jorge

      Gil, boa tarde

      Infelizmente não tenho conhecimentos atualizados na área tributária, pois não é o meu mitiê, e por isso não me sinto a vontade para responder, me disculpe

      Espero que compeernda,

      abçs

      Prof. Mário Jorge

      Responder
  25. claudia rangel

    prof. muito boa sua explicação, mas não entendi porque 12 meses no PC e 24 no PRL, não entraria no PC os debitos até o final do exercicio seguinte , totalizando 24 meses no PC, esclarecendo que meu conhecimento sobre o tema gira em torno de concurso publico, não sou da área contábil,
    obrigada.

    Responder
    1. Mário Jorge

      Claudia, boa noite

      A classificação de Curto e Longo prazo é feita no fechamento do balanço, e o Curto Prazo reúne tudo o que vence até o final do exercício seguinte.
      Vamos exemplificar:

      Se no fechamento de 31/12/x1 houver 36 parcelas, tudo o que vence até o final do exercício seguinte (31/12/X2) será 12 meses.

      espero ter concluído,

      abçs
      Prof. Mário Jorge

      Responder
  26. claudia rangel

    prof. desculpe a gafe : não quis dizer ELP e não PRL.

    obrigada

    Responder
  27. claudia rangel

    prof. embolei o meio de campo todo.

    deixa a duvida para outro momento depois de 8 hs de estudos as siglas estão todas embaralhadas.
    grande abraço.

    Responder
    1. Mário Jorge

      Claudia, boa noite

      Sei como é….isso pode acontecer…mas estamos aí, quando quiser mande as dúvidas

      abçs
      Prof Mário Jorge

      Responder
  28. JULIANA

    Bom dia prof. Mario.

    Estou com uma duvida referenre um empresa do simples nacional que comprou via leasing financeiro um veiculo no dia 05/05/2008, no valor de 39.000,00
    em 2008 nao trabalhava aqui, entao lançaram assim:
    D – veiculos imobilizado
    C – leasing (passivo) ——– 39.000,00
    foram dividas em 60 parcelas
    cada uma com valor de 916,96 – sendo que lançava 650,00 (39.000,00/60)
    e o restante lançava diretamente em juros (despesas).
    a deprecicao estava fazendo normal, pelo valor total do bem. (39.000,00*20%/12) =650,00 a mes
    e ate a venda foi depreciado 26.859,68 (considerando o valor de 39.000,00)
    a venda foi no dia 14/10/2011 e repassou este veiculo para uma revendedora de veiculos.
    no valor de 15.500,00.
    sendo assim teria ganho de capital…..
    o valor residual na duplicata é de 597,33.
    nao tenho contrato,
    nao entendo muito de leasing, mas quero fazer certo.

    att
    Juliana

    Responder
    1. Mário Jorge

      Juliana, boa tarde

      Primeiramente peço desculpas pela demora na resposta, a movimentação de comentários no blog é muito grande e tenho dificuldades (tempo) para responder a todos.

      Pelo que pude ver, os lançamentos feitos estão corretos, conforme a norma contábil.

      abçs
      Porf. Mário Jorge

      Responder
  29. bruno

    estava com dúvidas em relação a contabilização da depreciação, mas com seu exemplo consegui entender! muito obrigado!

    Responder
  30. janete de souza ramos galvao

    Muito obrigada professor me ajudou muito neste momento.

    Responder
  31. JOAO VIEIRA DE CARVALHO

    PROFESSOR, GOSTARIA QUE ME FALASSE NO TRATAMENTO FISCAL, O LEASING FINANCEIRO É DEDUTÍVEL OU ADICIONA NO LALUR/FCONT/E_lalur??

    Responder
    1. Mário Jorge

      João, bom dia

      O Leasing Financeiro deve ser contabilidade no Imobilizado, e sua contra partida no Passivo, portanto não há contabilização no resultado. No caso do Leasing Operacional a contabilização é no resultado e é dedutível.

      abçs
      Prof. Mário Jorge

      Responder

  32. Professor, no seu exemplo foi lançado no início do contrato um valor referente a 22.224,00 (redutora de financiamentos – Encargos a apropriar), pois já temos as parcelas a pagar do leasing.

    E nos casos onde a parcela a pagar é corrigida pelo CDI, ou seja, no início do contrato não sei o montante total de encargos a incorrer?

    Att.

    Luis Romao

    Responder
    1. Mário Jorge

      Luis, bom dia

      Nesse caso, o ônus financeiro deve ser contabilizado no momento de pagamento de cada parcela.

      abçs
      Prof. Mário Jorge

      Responder
  33. joão faria

    o leasing o financiamento de leasing tem que recolher issq a prefeitura do municipio que originou a operação

    Responder
    1. Mário Jorge

      João, boa tarde

      Infelizmente eu desconheço isso, mas recomendo que consulte a própria Prefeitura da cidade, pois trata-se de uma legislação municipal, que pode ser diferente de cidade para cidade.

      abçs
      Prof. Mário Jorge

      Responder
  34. Samara

    Professor somente um dúvida, tenho um leasing, estou alocando a contabilidade o vlr da parcela original, posso depreciar está parcela ??

    Responder
    1. Mário Jorge

      Samara, bom dia

      Se eu entendi sua pergunta, você não deve imobilizar as parcelas uma a uma na medida em que paga, você deve imobilizar o valor total do bem, contabilizando como contra partida o total das parcelas no Passivo, separando o custo financeiro. Feito isso você deve depreciar o valor do imobilizado sim, lembrando que isso vale apenas para o Leasing Financeiro, pois no Leasing Operacional nada será imobilizado, pois as parcelas são contabilizadas como despesa a medida que forem pagas.

      Espero ter ajudado, porém se restarem dúvidas, estou a disposição

      abçs
      Prof. Mário Jorge

      Responder
  35. Roger

    Professor, bom dia.

    Em Leasing de equipamentos realizado em 2008 sendo que houve um VRG definido a ser quitado no fim do contrato. Esse valor quitado ao seu final (2012) deve ser imobilizado? Ou contabilizado como despesa?

    Agradeço sua atenção.
    Roger

    Responder
    1. Mário Jorge

      Roger, boa tarde

      Na verdade o Leasing deve ser todo Imobilizado quando da sua contratação, a não ser que seja leasing operacional. Se esse valor não foi imobilizado na contratação, deve ser imobilizado agora sim.

      Espero ter esclarecido, mas continuo a disposição

      abçs
      Prof Mário Jorge

      Responder
  36. JACSON

    Professor, Um empresa adquiriu uma máquina no valor de 32.500,00 pelo leasing, com opção de compra da arrendatária no final do periodo de 36 meses. Sendo que as contraprestações sao de 581,97 em 36 x e o valor residual garantido e 36 x de 576,42 e o valor antecipado foi de 2.000,00. Gostaria de um auxilio na melhor forma de contabilização desse bem.

    att
    jacson….

    Responder
    1. Mário Jorge

      Jacson, boa tarde

      O total pago será de 43.702,04, e o valor do bem é de 32.500,00, isso significa que 11.202,04 refere-se a encargos financeiros. Sugiro a seguinte contabilização

      Débito = IMOBILIZADO = 32.500,00
      Débito = JUROS A APROPRIAR (Passivo Circulante, abaixo da conta FINANCIAMENTO LEASING) = 11.202,04
      Crédito = FINANCIAMENTO LEASING = 43.702,04

      OBSERVAÇÕES:
      As contas de Juros a apropriar e Financiamento Leasing devem ser separadas em curto e longo prazo
      Os Juros devem ser apropriados à Despesa mensalmente (1/36)
      Se no valor da diferença de 11.202,04 for fácil a identificação da taxa de administração de Leasing, a mesma deve ser contabilizada como despesa com Leasing e não juros

      Espero ter contribuído,

      abçs
      Prof. Mário Jorge

      Responder
  37. Flávia

    Professor,

    Como devo registrar um leasing financeiro antigo, cujo contrato ainda está vigente, descoberto somente agora?

    Obrigada,

    Responder
    1. Mário Jorge

      Flávia, boa noite

      Eu ainda não presenciei nenhum caso assim, teria que pesquisar um pouco nas normas (sugiro que você pesquise no CFC e CPC), mas penso que deveria ser registrado no Imobilizado e no Passivo pelo valor das parcelas restantes, separando é claro o ônus financeiro. A depreciação seria feita pela quantidade de vida útil restante.

      Espero ter contribuído,

      qualquer dúvida estou a disposição

      abçs
      Prof. Mário Jorge

      Responder
  38. Jenifer

    Bom dia!

    Tenho uma dúvida com relação a depreciação do bem no arrendamento financeiro.

    Por exemplo: Fiz a aquisição de uma máquina que será depreciada contabilmente em 120 meses (10% a.a). Meu contrato de leasing é de 36 meses. Poderei fazer a depreciação acelerada dessa máquina em 36 meses?

    Como proceder na apuração do IRPJ?
    Qual a forma correta?

    Se conseguires, informar a base legal.

    Aguardo,

    Muito Obrigada!

    Responder
    1. Mário Jorge

      Jenifer, bom dia

      Bom, por se tratar de um leasing financeiro, você vai contabilizar o valor integral do bem no imobilizado, e vai depreciá-lo conforme a NBC TG 27 – ativo Imobilizado, considerando vida útil, valor residual, método de depreciação etc, ou seja, o prazo da depreciação não tem relação direta com o prazo de financiamento, depreciação refere-se a vida útil. Com relação a depreciação acelerada, é uma prerrogativa fiscal que leva em consideração a utilização do bem e também não tem relação direta com o prazo de financiamento.

      Espero ter ajudado,

      abçs
      Prof. Mário Jorge

      Responder
  39. Maiara Gonçalves

    Olá, prof. Mario!

    Estes lançamentos contábeis também podem se aplicar caso seja um simples financiamento?
    Recentemente, na pós-graduação, o professor citou que deveríamos “despesar” todo o juros do momento em que eu tenha este valor reconhecido e não despesa-lo mês a mês conf. apropriação.
    Ao questionar isto à ele, visto que tenho o mesmo entendimento que o senhor, ele disse que esse modo trata-se de regime de caixa e ele trabalha sob regime de competência.
    Gostaria de saber a visão do sr. sobre o assunto.

    Obrigada!

    Responder
    1. Mário Jorge

      Maiara, boa noite

      Regime de caixa é considerar Receitas e Despesas no momento em que são recebidas e pagas, respectivamente

      Regime de competência é contabilizar Receitas e Despesas no momento em que elas acontecem, independentemente de recebimentos e pagamentos

      No caso de um empréstimo por exemplo, em que os juros são pré-fixados, ou seja, descontados do valor creditado na conta no momento do empréstimo, pelo regime de caixa considera-se os juros totais neste momento (data da concessão do empréstimo), mas no regime de competência vamos contabilizar esses juros em juros a transcorrer e “despesá-los”, contabilizá-los em despesa mensalmente pelo prazo contratual

      OBS.: Esse entendimento não é meu, pessoal e sim dos Princípios e Normas Contábeis

      Fico a disposição para mais esclarecimentos se necessário

      abçs
      Prof. Mário Jorge

      Responder

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