Convergência Contábil

“SETOR CONTÁBIL SOFRE COM A FALTA DE PROFISSIONAIS ESPECIALIZADOS EM CONTABILIDADE PARA TERCEIRO SETOR”

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Contabilidade para entidades sem fins lucrativos é diferente da contabilidade de uma empresa comum

Profissionais contábeis especializados no Terceiro Setor são “espécies raras” na atuação para entidades sem fins lucrativos. Diante das novas normas contábeis, a falta de profissionais com formação continuada é periclitante. “Há uma demanda de trabalhadores nos setores contábeis, isso por que existem normas específicas que são atribuídas pelo CFC (Conselho Federal de Contabilidade) com relação ao Terceiro Setor”, disse o vice-presidente do Sindicato dos Contabilistas de São Paulo – SINDCONT-SP, Jair Gomes de Araújo.
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ADAPTAÇÃO PLENA AO PADRÃO IFRS AINDA VAI DEMORAR

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Por Fernando Torres

Ainda vai levar no mínimo de dois a três anos para que as empresas comecem a trabalhar com as normas contábeis internacionais IFRS no piloto automático. “Mesmo as empresas de capital aberto ainda têm dificuldade grande para incorporar os conceitos no dia a dia”, afirma o professor Edmir Lopes de Carvalho, sócio da consultoria Virtus e vice-presidente responsável pela área de contabilidade da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

Na visão dele, não é que as empresas não queiram dedicar mais atenção aos conceitos trazidos pelo IFRS. “Mas a rotina da empresa não permite. É como se o contador tivesse que trocar o pneu do carro com ele andando.”

Edison Fernandes, especialista em contabilidade e sócio do Fernandes, Figueiredo Advogados, encontrou alguns pontos chamados por ele de “críticos” em um levantamento com balanços publicados por 64 companhias de grande porte neste ano.

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ENTREVISTA: CONHEÇA MELHOR O TESTE DE IMPAIRMENT

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Por Ana Valéria FernandesO Teste de Impairment, ou recuperabilidade dos ativos, é uma obrigação acessória para 100% das empresas, sejam elas grandes, médias, pequenas e micro, optantes pelo Lucro Real, Presumido ou Simples. Segundo as Leis 11.638 de 2007, 11.941 de 2009, Código de Direito Empresarial, Pronunciamento do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) 01, Resolução CFC 1.152 de 2009 e 1.292/1.315 de 2010, as empresas deverão elaborar e deixar à disposição dos órgãos de fiscalização um laudo específico, atestando se os Investimentos feitos pela empresa serão recuperados ou não.

Para esclarecer melhor o Teste de Impairment às empresas, O Portal da Classe Contábil conversou com o professor e ex-auditor – geral do Ministério Público do estado do rio de Janeiro José Carlos Oliveira. O auditor faz questão de enfatizar que a obrigatoriedade não se trata de auditoria.

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LUCROS SOBEM E DESCEM, AO SABOR DOS PADRÕES CONTÁBEIS

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Um lucro líquido de R$ 811 milhões ou de R$ 2 bilhões? Ontem, os acionistas do Santander podiam escolher o tamanho do resultado do banco que preferiam adotar, situação que causou um certo desconforto entre investidores e analistas.

Se optassem pelos números feitos pelas normas internacionais de contabilidade, o IFRS, os investidores teriam um lucro maior e com 18% de crescimento na comparação com o mesmo período de 2010. Já pelas regras brasileiras, a última linha do balanço seria menos reluzente e teria encolhido 19%. (mais…)

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